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sexta-feira, 26 de abril de 2013

Deuses de hoje e o Deus da Eternidade




Desde o final da 2ª. Guerra mundial até o triunfo do capitalismo industrial, no início dos anos 90, ou a partir da queda do muro de Berlim, houve uma explosão científico-tecnológica e informacional que nunca havia sido vista antes. O mundo se conectou de uma forma jamais conhecida. Culturas começaram a se aproximar e a se alterar mutuamente, levadas por uma onda de ocidentalização crescente, mas com apenas um fim, a expansão de mercado.  Por exemplo, a consciência de classe dos operários americanos não foi compartilhada com os operários chineses, apenas as calças jeans e a moda.

Enquanto a Revolução francesa foi a revolução pelo conhecimento para a libertação dos homens, enfatizando a apropriação do conhecimento pelo povo; essa revolução tecnológica apartou o homem de valores fundamentais para tornar, através da tecnologia, o homem e sua criatividade um instrumento da prosperidade de poucos privilegiados, lhe dando em troca apenas o propósito de produzir e consumir. Agora,  a maior fonte de valor para os produtos, a ciência. ganhou um novo status. Transformou-se no Deus dessa civilização.

Como herança da revolução francesa e da ciência moderna de Decartes, ficou a necessidade de encontrar-se uma explicação lógica para cada coisa sobre a terra. E aquilo que é inexplicável perdeu seu valor imitando a raposa da fábula da raposa e as uvas. Nietsche e alguns filósofos proclamaram a morte de Deus. Aquilo que não pudesse ser dominado pelos intelectuais e a ciência, basicamente medido e quantificado, estava fora de cogitação, era um absurdo.

O vazio tem preenchido as necessidades espirituais dessa nova geração sem consolo. Então, começou a importação para o ocidente das crenças orientais. A ciência se acomoda bem à idéia do homem ser seu próprio deus. Afinal, se ela mesma pode proclamar a si mesma onisciente e como a única apta a explicar os segredos do universo... Entretanto, como resultado, só consegue que o homem que “é deus” se esvazie de Deus e se isole em fragmentos de identidades que não consegue coordenar: pai, mãe, profissional, cidadão, aprendiz, professor, homem, mulher, etc. Hoje, com a chamada consciência pós-moderna a ciência tenta digerir e compreender que sempre haverá algo fora do seu alcance, mas sua maioria ainda acredita que para ser ciência precisa ser cética sobre as coisas que não se vêem.

A instância humana que se relaciona com o sobrenatural é o espírito. Na dimensão da alma, a mente, a vontade e as emoções podem até ser supridas por respostas racionais, mas a necessidade espiritual não se sacia disso. Afinal, veja que junto a todo esse avanço, ainda encontramos pessoas que são guiadas por astros e se identificam por signos. Isso não é novo, só recebeu uma nova capa de ciência astrológica.

Na realidade, nós convivemos com estranhamentos interessantes: a ciência se incomoda com simplicidade da entrega do cristianismo e chama de alienação, mas não entra em choque, com a mesma força, por exemplo, com a base da astrologia, que é a de ser guiado pelos astros. Vejamos que, cientificamente, os astros, como os vemos, não estão mais na posição em que são vistos nos mapas astrológicos. Eles estão a anos luz de distância de onde os vemos agora. O que faria qualquer predição, no mínimo, questionável. Mas, não se vê a ciência questionando a astrologia como ao cristianismo. A bíblia é clara quanto a evitar esse tipo de guia: “Guarda-te não levantes os olhos para os céus e, vendo o sol, a lua e as estrelas, a saber, todo o exército dos céus, sejas seduzido a inclinar-te perante eles e dês culto àqueles, coisas que o SENHOR, teu Deus, repartiu a todos os povos debaixo de todos os céus.” (Deuteronômio 4:19). Dar culto é assumir como guia, como deus. O que quero dizer, é que a ciência só acha pernicioso adorar e cultuar ao Deus da Bíblia, que deve “morrer”, mas parece que todos os outros deuses têm permissão de continuar “vivos”. Porque esses deuses que permanecem no nível da filosofia, são dominados pelas pessoas e não ameaçam o status de deus que a ciência pretende assumir.

A luta pelo poder, suas polaridades e igualdades



quinta-feira, 7 de março de 2013

Twitto, Curto e Compartilho... Logo existo



Uma vez escutei uma história que nunca esqueci. ..

Uma mulher veio a um sábio pedir um conselho e disse:
- Mestre, eu falei contra minha amiga, mas agora me arrependi e gostaria de que tudo ficasse como antes.
Então, o sábio respondeu:
- Certo, amanhã à tarde, venha até aqui e traga um saco de penas.
A mulher não entendeu aquilo, mas confiou no sábio e voltou no dia seguinte com o saco de penas. Então,  ele falou:
- Agora, vá até à casa da sua amiga e, no caminho, deixe cair as penas. Peça-lhe perdão e convide-a a vir até aqui com você. Mas, só volte quando apanhar todas as penas. A mulher confiou novamente no sábio e fez o que pediu.   A amiga a perdoou e tentaram voltar juntas ao sábio, que era muito respeitado na cidade. Mas, a missão de pegar as penas ela não conseguiu cumprir ainda que a miga a ajudasse. Voltaram, então, para o sábio, tristes e confusas pela missão impossível. Ao chegarem, ela disse:
- Mestre, não consegui reunir de novo as penas. Na realidade, eu nem sabia quantas eram no começo. Peguei o máximo que pude, mas não consegui pegar todas. Umas já estavam em lugares onde não via e outras onde não alcançava. Mesmo minha amiga ajudando, não consegui.
Então, ele respondeu:
- Você pediu para que ela lhe perdoasse, isso é possível, e pediu que tudo ficasse como era antes, isso não é possível. Você nunca poderá recolher uma palavra solta ao vento. É como uma pena, que voa. Ninguém sabe aonde vai parar.

Ainda bem que temos o Deus do impossível para purificar os nossos pecados, porque sem Ele, qualquer comentário ou rumor poderia ser desastroso. Uma palavra pode levantar ou derrubar. Uma palavra pode derrubar até uma cidade: “Pela bênção que os retos suscitam, a cidade se exalta, mas pela boca dos perversos é derribada.” (Provérbios 11:11). E nós somos responsabilizados pelas nossas palavras: “A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do seu fruto.” (Provérbios 18:21).

Observe a força da comunicação nas redes sociais: Luíza... Não preciso dizer mais nada. Dessa vez foi proveitoso para ela, que passou algum tempo  ganhando quinze mil reais por duas horas de festa e não foi danoso a ninguém. Ninguém saiu ferido disso. Graças a Deus! Mas, chegou ao ponto do governo do Canadá ligar para o pai da moça para saber se estava tudo bem e o que estava acontecendo. Entretanto, uma fofoca pode custar milhões de dólares e a reputação de uma empresa como sobre a marca Tommy Hifiger. Até hoje, veiculam e-mails, que nem o FBI conseguiu descobrir de onde vieram, dizendo de falsa uma declaração racista deste estilista e uma pretensa expulsão do programa de auditório da Ophrah Winfrey, apresentadora norte-americana, que já se aposentou. Esse senhor sequer tinha ido ao programa, até que 10 anos depois. Mas como a fofoca ainda continuava voltando à rede, Hifiger foi finalmente entrevistado por ela para desmentir o boato. Isso levou mais de 10 anos. Há mais de três programas em vídeo que posto no final da postagem. Mas, recebi e-mails e vi na rede há pouco tempo trechos por e-mail enviado por cristãos querendo proteger o mundo do racismo, mas baseados numa mentira.

O que considero mais grave é que há cristãos que ficam sabendo da verdade após terem divulgado descuidadamente o boato e não fazem nada para reverter a situação. Não entendem que, se não guardamos a credibilidade da nossa palavra, nós perdemos a nossa credibilidade.

O cristão na rede

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Equilíbrio para conquistar a vitória





Ontem, estava orando sobre minhas atividades diárias. Para cumprir uma rotina de 14 a 18 horas diárias de atividades e manter tudo com qualidade, a coisa ficou difícil. Entre cuidar da minha vida espiritual, da casa, da igreja, do trabalho, do blog, fazer outro curso de graduação e fazer o doutorado tenho que ser absolutamente disciplinada e organizada, senão vou ter problemas. Uma questão surgiu: E o cansaço? Até que ponto devemos tomá-lo como sinal de que devemos frear um pouco. Até que ponto devemos assumi-lo e enfrentá-lo como parte do processo de construção do futuro?

Então, orei e o Senhor colocou no meu coração algumas coisas...

1º. Perguntei-me: Deus me chamou para assumir este compromisso?

É preciso ter certeza de que assumiu algo que o Senhor deseja que você assuma. Quando Deus chama, capacita (2 Coríntios 1:21). Para isso, precisamos colocar cada nova proposta diante de Deus e ter certeza de que Ele está nos desafiando ou convidando àquilo. O Espírito Santo foi enviado para nos guiar (Romanos 8:14). Às vezes, queremos fazer e Deus não quer... Às vezes, não queremos e Deus quer. Mas, o Espírito capacita para enviar (Atos 13:4). Não quer dizer que sempre que fazemos a vontade de Deus estamos livres de problemas, mas que recebemos a capacitação para enfrentá-los de forma que continuemos agradando ao Senhor (2 Coríntios 11:23-28). E aqui, Paulo inclui a fadiga: “Em trabalhos e fadiga, em vigílias muitas vezes, em fome e sede, em jejum muitas vezes, em frio e nudez.” (1 Coríntios 11:27). A palavra usada no original grego descreve labuta e tristeza. Seja onde estejamos sem energia, estar no lugar que o Senhor disse para estar nos dará a Paz da sua presença, ainda que não impeça o cansaço. É preciso saber se aquilo que você assumiu ou quer assumir é uma oportunidade dada por Deus ou uma armadilha para lhe descompensar e, por fim, lhe afastar de Deus.

2º. Como você está gerenciando seu tempo e espaço?

O primeiro tempo que precisei ajustar foi o de dormir. De acordo com os médicos, é melhor dormir cedo e acordar cedo do que ficar acordado até tarde e acordar mais tarde. Eu experimentei isso e funciona. Nada substitui o sono da noite. Mesmo tendo que acordar de madrugada, ainda é melhor do que não dormir à noite. Aprendi com a mulher virtuosa: “é ainda noite, e já se levanta, e dá mantimento à sua casa e a tarefa às suas servas.” (Provérbios 31:15).  Estou lutando por uma rotina que me permita cumprir tudo com fidelidade. Mas é imprescindível a disciplina: “como cidade derribada, que não tem muros, assim é o homem que não tem domínio próprio.” (Provérbios 25:28).  

Outra questão com o tempo são os horários. Tive que estabelecer um horário diário para minhas atividades e uma agenda. Não só para mim, mas para todas as atividades que coordeno. Considerando tempo de deslocamento, alimentação, intervalo de descanso e um item importante: espaço para imprevistos. Tudo tem que ser organizado de forma que permita atrasos e adiantamentos, além de acréscimos e diminuições porque organizar não significa controlar tudo: “a sabedoria do prudente é entender o seu próprio caminho, mas a estultícia dos insensatos é enganadora.” (Provérbios 14:8).

É importante aprender a não sofrer com os imprevistos, porque Deus não se levanta do trono por um só instante. Mesmo que seja imprevisto para você, não será nunca para Ele. Acho que só aprendi isso de coração esse ano. Mas, ajuda lembrar que Deus não sai do trono por um instante. Escreva em um pedaço de papel e coloque onde possa ler algumas vezes por dia: “Deus reina sobre as nações; Deus se assenta no seu santo trono.” (Salmo 47:8). Sempre que algo sair dos planos, lembre-se que Deus transforma tudo em bênção: “sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.” (Romanos 8:28).

Também a gerência do espaço influencia na produtividade e na tranquilidade. Um espaço que tenha o que você precisa, de forma confortável, organizada e, para mim, especialmente a temperatura, que me permita estar relaxada porque por aqui está fazendo um calor fora do comum. Muitas vezes, estamos com problemas porque precisamos trabalhar e não estabelecemos ordem à nossa volta. Talvez precise comprar um armário, material de escritório, uma cadeira mais confortável, mudar as coisas de lugar,... Verifique isso, pode ser algo que consuma algum tempo, mas lhe poupará mais do que imagina.

O espaço também precisa ser organizado de forma prática, que lhe permita encontrar o que precisa, na hora que precisa para não perder tempo com coisas que só lhe tiram o foco. Junte as coisas de uso semelhante em locais próximos, como: na cozinha, todos os plásticos em um só lugar; na geladeira, frutas em um só lugar, o que for para lanche em um lugar, o que for para almoçar em outro; no escritório, o que for de determinado assunto em uma só gaveta, cada assunto em uma pasta; armário para guardar as pastas, etiquetas para os armários se alguém mais vai usar ou forem muitas, etc.

O tempo de organização é tempo ganho. Observe a criação, Deus criou por grupos: Luz, astros, reino vegetal, reino animal, homem. Todos os sistemas na natureza interagem em harmonia, mas cada um tem a sua área de vida específica. Você não procura um peixe na terra, ele tem seu espaço organizado de vida. As plantas é que são mais versáteis, mas isso fica para os biólogos explicarem. Mas, as conexões de vida são sempre lógicas e relacionadas. Tudo é ordenado para manter a vida. O caos era algo tão ruim que Deus o desfez para criar a ordem em que vivemos. Não deseje viver num caos.

Para que servem os limites 




sábado, 26 de janeiro de 2013

Guarde bem os seus sonhos





Há mais de vinte anos li esse poema e nunca o esqueci. Essa idéia e sentimentos me deixam alerta para vigiar aquilo que está em construção na minha vida. Foi escrito por um homem que morreu lutando contra a falta de liberdade na Rússia socialista. Leia-o e verá que força ele traz:

Na primeira noite,
eles se aproximam
e colhem uma flor de nosso jardim.
E não dizemos nada.

Na segunda noite,
já não se escondem,
pisam as flores,
matam nosso cão.                
E não dizemos nada.

Até que um dia,
o mais frágil deles,
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a lua,    
e, conhecendo nosso medo,                 
arranca-nos a voz da garganta.
E porque não dissemos nada,                        
já não podemos dizer nada.

(Vladimir Maiakovski)

É claro que o contexto do poeta era mais sangrento e duro fisicamente do que nós temos agora, na ausência de guerra armada. Mas, não é um tempo sem luta. Entretanto, por todas as coisas que deixamos passar por nós sem nos dar conta de que estamos sendo lesados; por todas as vezes que, sem perceber, deixamos ser rasgados dos nossos sonhos e nos acomodamos; por todas as vezes que abrimos mão, quando deveríamos resistir ao diabo e fazê-lo fugir de diante de nós (Tiago 4:7), precisamos refletir nisso hoje.

Hitler escreveu em seu livro “Minha Luta” que a estratégia que ele usava para convencer as pessoas a matarem milhões de seres humanos de outras raças e posturas e obedecê-lo cegamente era baseada em três pilares: dessensibilização, bloqueio e conversão. Elas são utilizadas ainda hoje de muitas formas causando prejuízos incalculáveis à sociedade e à fé.

O primeiro passo, dessensibilização, consistia em reconstruir o conceito de nacionalidade e raça, fazendo parecer válida qualquer ação para defender quem “realmente” era alemão ou da raça ariana. Na dessensibilização, quem deseja conquistar a mente da sociedade, faz o que é certo parecer errado e o que é errado parecer certo, assim consegue adeptos dispostos a tudo para defender a idéia proposta como certa. Essa é uma técnica antiga do diabo e a bíblia chama de cauterização da consciência: “Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios, pela hipocrisia dos que falam mentiras e que têm cauterizada a própria consciência,” (1 Timóteo 4:1-2).

A palavra utilizada para cauterizada no original significa tanto cauterizar, que é fechar um ferimento com queimadura, quanto tornar insensível. A pele que está na cicatriz de uma cauterização é insensível. A consciência, a percepção moral de uma pessoa, pode ser cauterizada, feita insensível, assim ela se volta contra o ensino da verdade por dar ouvidos a mentiras.

O segundo passo era o bloqueio, basicamente significava tornar a imagem de todos os oponentes de Hitler ou seus alvos em verdadeiros demônios: os judeus “deviam” ser odiados porque crucificaram Jesus; os negros por que eram de uma raça inferior que “poluía” a raça ariana; e assim sucessivamente, uma série de argumentos injustos, mas tidos como lógicos eram utilizados. Todos os dessensibilizados estariam voltados contra aqueles que podiam criticar o regime com ódio irracional, capazes de qualquer coisa para defender e fazer o que dissesse seu líder, como se fosse a si mesmos. Tudo o que os “demônios” utilizassem como argumento em sua defesa não seria escutado. E todos os inimigos das falsas idéias seriam tomados por inimigos dos que fossem seduzidos por elas.

Porque você acha que os muçulmanos perseguem e matam cristãos entrando em suas casas e exterminando crianças de colo, e desejando exterminar a sua semente da terra? E porque os americanos são chamados por eles de demônios? E porque os times de futebol são idolatrados a ponto de uma torcida atacar a outra por causa do resultado de um jogo? É porque o diabo sabe que a nossa carne é partidarista (Gálatas 5:19-20). O partidarismo fanático é uma temerosa reação instintiva, que deve ser cuidadosamente vigiada.

Deus se ocupa de idéias. Nossas idéias podem ser questionadas, aceitas ou não, mas agredir uma pessoa porque ela pensa de uma forma diferente não é mudar nada, é servir à violência. E eu garanto que há mais cristãos sendo perseguidos e mortos por dizerem o que pensam sobre Cristo, do que pessoas que não concordam com os princípios de vida cristãos. Mas, essa minoria que não concorda com os princípios de vida cristãos está sendo pintada de vítima e isso faz parte da instigação a um pretenso “contra-ataque” ao cristianismo.

Deus ama o pecador e abomina o pecado, para resgatar o pecador Ele enviou Jesus que morreu por nós na cruz e mostrou o mal do pecado e o poder que Deus tem de restaurar o que está morto. Deus dá uma oportunidade de mudar o  pensamento, arrepender-se, mas não levará ninguém à força para o céu, por mais que Lhe doa nos vê-los enterrados em morte e destruição. O Espírito  Santo convence (João 16:8), essa é uma vitória que só o Espírito Santo pode dar: “[...] Não por força nem por poder, mas pelo meu Espírito, diz o SENHOR dos Exércitos.” (Zacarias 4:6).



O partidarismo destrói a igreja



segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Discernindo os alvos para o novo ano




Conta-se uma estória que Ghandi, o sábio pacifista indiano, foi convidado certa vez para um jantar com um governante do seu país, mas indo com um traje modesto para o evento, foi barrado pelos seguranças.

No dia seguinte, enviou uma caixa ao  governante com o seguinte bilhete anexado: “Se o que importa para você é encontrar com o terno, o envio para você.”

Ghandi, líder pacifista indiano
Nós podemos considerar que esse erro de julgamento não é novo na sociedade atual. Nós somos instigados a primarmos pela capa e não pelo conteúdo dos "livros" pessoas. Mas, isso não é um problema novo. Jesus já dizia: “não é o que entra pela boca o que contamina o homem, mas o que sai da boca, isto, sim, contamina o homem.”  (Mateus 15:11 ) e “[...] porque a boca fala do que está cheio o coração.” (Mateus 12:34).

Priorizar o que é interior ao invés do exterior é um desafio a enfrentar nos posicionamentos que tivermos de assumir para os planos do novo ano que se aproxima. Uma das correntes contrárias poderá ser contra a maré do consumismoonde ter é mais importante do que ser, ou até engana como se pudesse determinar o que se é.  Essa versão do materialismo, a Bíblia chama de avareza. Será que aquilo que você planeja adquirir e até se endividar nos seus planos de ano novo tem um motivo que Deus considera justo? Jesus o teria pelos mesmos motivos? Boa questão para alinhar os seus planos de investimento com os de Deus. Se você está planejando ser a partir do ter, esteja certo de que está tentando andar de cabeça para baixo e vai chegar a um ponto de colapso mais cedo ou mais tarde.

Outra inversão de valores é o culto ao corpo, onde as formas e o prazer superam a vida, que anima os gestos e separam o compromisso do amor, transformando pessoas em objetos de culto do prazer ou da vaidade. O externo domina a vida interior e ela se esvazia. Todo mundo quer perder peso no início do ano... “Por que” é a questão. Se for para parecer a Barbie e o Ken, pode esquecer, porque eles não são pessoas. São imagens distorcidas, que nem os artistas de Holywood suportariam. Aliás, segundo os anatomistas, se uma mulher fosse como a Barbie, o útero não caberia em sua bacia. Daí, deduza o restante...  

Amplie seus verdadeiros horizontes


quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Recebendo o derramar da Vida




Estamos em uma sociedade que está imersa em informação. Hoje, esta é a matéria prima que agrega valor aos produtos e se torna o seu componente mais importante. Isso muda a relação das pessoas com ela e muda também a nossa relação com a importância de aprender, ou seja, transformar a informação em conhecimento. O valor desse processo muda e cresce EM ESCALA GEOMÉTRICA. Mas, o que nos daria condições satisfatórias nesse novo tipo de sociedade? A ilustração a seguir é preciosa nessa descoberta:

Era uma vez um pobre e modesto alfaiate, que sonhava muito tornar-se rico.
Um dia bateu à sua porta um viajante mercador. Dentre os vários objetos que viu, o alfaiate interessou-se tão-somente por um livro muito velho, de capa de couro, escrito num idioma que ele nem conhecia.
O mercador assegurou-lhe tratar-se de um livro que continha os segredos de um grande tesouro escondido por piratas. Muito já haviam tentado desvendar este mistério, sem sucesso.
O alfaiate comprou o livro, não pelas histórias do mercador, mas porque achou que poderia ganhar algum dinheiro ao revendê-lo. À noite, entediado, decidiu examinar melhor sua aquisição. Por mais que lesse, nada entendia, mas, seu coração disparou quando conseguiu decifrar algumas palavras: “prata… ouro… jóias”.
De imediato desistiu de revender o livro. Afinal, se houvesse mesmo ali um segredo de um tesouro, ainda não desvendado, ele não iria desperdiçar esta oportunidade única que bateu à sua porta. Para decifrar o resto, o alfaiate percebeu que teria que estudar algumas línguas estrangeiras. Dedicou-se por anos, sem nunca desistir nem se cansar. Todas as tardes, não via a hora de poder fechar a alfaiataria para poder voltar aos estudos.
Um dia, um mensageiro trouxe-lhe uma convocação: O seu país precisava de seus préstimos como intérprete do rei, pelo que seria muito bem recompensado. Atendeu a convocação, mas teve que deixar a profissão de alfaiate, pois não queria parar de estudar e o rei sempre o requisitava. Comprou numa bela casa próxima ao castelo do rei, para não perder muito tempo se deslocando.
Como o livro tinha muitas figuras, cálculos e números, enveredou nos estudos da filosofia, física, aritmética e matemática. Em breve, também era requisitado para efetuar cálculos complicados para grandes edificações.
Ganhou muito dinheiro e tornou uma pessoa notória em seu país, mas, nunca parou de estudar nem de tentar decifrar seu estimado livro; tarefa que finalmente ele conseguiu, muitos anos depois. E o livro dizia o seguinte acerca do tesouro escondido:

“Feliz é o homem que acha sabedoria, e o homem que adquire entendimento; pois melhor é o lucro que ela dá do que o lucro da prata, e a sua renda do que o ouro. Mais preciosa é do que as jóias, e nada do que possas desejar é comparável a ela”  (Provérbios 3.14-16).

Para conhecer o Senhor é preciso conhecer a Palavra de Deus. Aprender é parte essencial da vida cristã. Na escola, trata-se muitas vezes a aprendizagem como se fosse natural, caísse em nossas mentes como comer uma fruta ou andar a pé. Não é assim. A cultura passada na escola não é a da classe mais baixa, geralmente difere da familiar e isso se torna uma barreira para aprendizagem, mascarada de dificuldade individual do estudante. Se a função da escola fosse distribuir conhecimento não teríamos apenas 5% da população que entra na escola no ensino fundamental entrando na Universidade e desses 5% muitos não a concluem. O pior de tudo é o engano de uma cultura que não valoriza o saber, o aprender, a escola e os professores. Mas, é um coração aprendiz que consegue renovar a mente e gozar da boa, perfeita e agradável vontade de Deus. Aquele que não quiser se dedicar a aprender, não provará o efeito da vontade de Deus. A acomodação ou conformação é o inverso da renovação: “e não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” (Romanos 12:2). O conhecimento de Deus é para nós a chuva que faz brotar a semente e que faz amadurecer o fruto. Dependemos dEle para gozarmos a boa, perfeita e agradável vontade de Deus.

Aptidão para o sucesso e a aprendizagem




segunda-feira, 16 de julho de 2012

Vencendo a Solidão





Hoje, ouvi uma pessoa dizer que se sentia muito só, pois todos na sua casa tinham a sua família e ele não tinha ninguém. Era um rapaz bem sucedido e com vida econômica estável. Comecei, então, a pensar em todos os que se sentem sozinhos. Nós estamos criando a sociedade do isolamento do individualismo e, portanto, da solidão.

Responda-me: qual o objetivo que você tem para realizar junto com algum grupo de forma voluntária? Não inclua o grupo do trabalho, pois ele não é voluntário. Nem as famílias estão tendo planos em conjunto. Se não há um objetivo em comum, não se configura um grupo, mas um aglomerado de pessoas. Tudo o que fazemos é cada vez mais individualizado. E isso afeta todos os níveis de relacionamento, gerando uma sociedade do egoísmo. Veja o que diz a Bíblia: “busca satisfazer seu próprio desejo aquele que se isola; ele se insurge contra toda sabedoria.” (Provérbios 18:1).
Cria-se o ciclo vicioso da solidão. Se, por um lado, procuramos nos satisfazer individualmente, surge o paradoxo de que necessidades altamente importantes, como a de afeto, só são realizadas em convivência nos grupos. Como a sociedade vende a idéia de que seremos felizes conquistando coisas materiais, então, para conseguir coisas, nos afastamos mais das pessoas, sentindo mais vazio... E o ciclo se realimenta, nos afastando cada vez mais e, também, nos esvaziando por dentro.

Quando o valor das conquistas materiais supera tudo, qualquer preço pode ser pago para consegui-las. Assim, todos os valores vão se deteriorando por uma satisfação que é também material. Tudo se materializa e logo depois se desintegra... Amor vira sexo e fica apenas o tempo do prazer, que se apaga rapidamente como todas as lembranças sem importância... A realização profissional vira uma carreira e uma busca desenfreada por vantagens econômicas... Bem-estar se transforma em fixação por padrões de beleza e pode se transformar em anorexia, bulimia e milhares de procedimentos estéticos “corretivos”, que na realidade são apenas brotos da árvore da auto-rejeição. Pessoas viram consumíveis: pera, maçã, melancia... Só que fruta é chamado de “perecível” no mercado. Tem o prazo de validade muito curto. Tudo e todos se tornam  objetos e descartáveis. Deus tem um hall da fama especial e não uma banca de mercado: “quanto aos piedosos (santos) que estão na terra, são eles os excelentes, os nobres e os gloriosos, nos quais tenho todo o meu prazer.” (Salmo 16:3 – Bíblia Amplificada).   


E, se você não se rende a materialização de tudo, será criticado por aqueles que passam correndo na maratona das conquistas materiais passageiras. Um prêmio que deve ser rapidamente comemorado, pois estará fora de moda ou perderá o sabor na próxima semana. E  nenhum dos que lhe incentivam a entregar a sua vida nessa corrida vai se responsabilizar pelas conseqüências, que você terá de arcar sozinho e cada vez mais sozinho. Por isso, o alerta: “4 Não te fatigues para seres rico; não apliques nisso a tua inteligência. 5  Porventura, fitarás os olhos naquilo que não é nada? Pois, certamente, a riqueza fará para si asas, como a águia que voa pelos céus.” (Provérbios 23:4-5).


sábado, 10 de março de 2012

Entre a mídia e a vida: ídolos x Heróis




Estamos em uma sociedade da imagem. Vende-se imagem. Compra-se imagem. Quando as pessoas são transformadas em imagens, a situação complica. Criamos um ídolo. Um ídolo é problemático porque se confunde com um herói. Heróis não podem ser vendidos, ainda que a sua imagem possa. Um herói tem um caráter a ser imitado, um ídolo tem um talento único, que ninguém poderá reproduzir e, ainda que reproduza, não terá a autenticidade do original que lhe dá seu valor original. Um imitador é sempre uma farsa. Um ídolo é como uma obra de arte famosa, como o futebol de Pelé, Garrincha, Maradona, Ronaldinho, Ronaldinho Gaúcho e agora Neymar. Eu não sou fã de futebol, mas esses dons são inegáveis. Porém, aí é que se apresenta o problema.



quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Uma criança calou a terra...

Deus usa a boca dos pequeninos para o seu perfeito louvor. A clareza da argumentação dessa menina de 13 anos calou o mundo ouça a sua fala... e reflita....

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

A alegria do Natal!



Você já ouviu sobre a expectativa do Natal? Sobre como as pessoas esperavam por Jesus na época de seu nascimento?   Estamos no tempo em que somos cercados por idéias de Natal por todos os lados. Sons, cores e luzes... Conhecer essa expectativa nos ajudará a posicionar o nosso coração e conquistar a felicidade que está ligada ao Natal, como...

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Cordel de Natal

Esse não é meu, mas é legal!

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Cordel de Natal

Esse não é meu, rsrsrs

Mas é legal!

sábado, 15 de outubro de 2011

Professor não ensina, faz aprender

Parabéns aos que amam fazer descobrir o conhecimento da vida, manter os objetivos nobres e obtidos por meio digno! Ao coração valente do Professor!


Como imitadores de Cristo, podemos pensar em um alvo como descreve Augusto Cury, quando descreve o Mestre Inesquecível em seu Livro com este título, da série "Análise da Inteligência de Cristo":





sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Rock in Rio ou Cristo at Rock ?

Desconheço o autor, mas o parabenizo pela reflexão que achei por bem divulgar aqui...


“Certa vez, Ele tocou uma música que repercutiu como nunca no palco do mundo inteiro, e conquistou o coração de Deus. 
Momentos antes, Ele havia conduzido com dificuldade Sua pesada guitarra de madeira, em formato de cruz, até o alto de uma rocha chamada Calvário. Talvez tenha sido por isso que Ele se tornou conhecido como Cristo at Rock, ou...


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